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segunda-feira, 9 de agosto de 2010
Alunos participam de Palestra na ASCAP
No dia 09 de agosto, alunos da disciplina de Ética do professor Aldair participaram de uma palestra ministrada pelo deputado Paulo Rubem sobre a Lei da Ficha Limpa.
segunda-feira, 2 de agosto de 2010
SEM MEDO DE FALAR
Expressar-se oralmente é algo que deveria ser natural para todos os falantes visto que, o uso da fala é praticado e desenvolvido desde cedo. Porém, a simples possibilidade de ter que pronunciar uma única frase em público, seja este grande ou pequeno, com pessoas conhecidas ou desconhecidas, pode ser algo aterrorizante para muita gente. Uma pesquisa realizada pelo site da Globo.com, em agosto de 2009, revelou ser esse o maior medo dos telespectadores do programa Globo Repórter. A pesquisa descobriu que o medo de falar em público supera até mesmo o medo da morte, este ocupou o terceiro lugar na lista.
Concordamos que, falar em público não é uma tarefa muito fácil. Encarar o olhar do outro frente a frente nos observando causa, no mínimo, um friozinho na barriga. Mas não podemos deixar que esse medo, ansiedade ou timidez nos domine. Pois, como bem diz o escritor (ensaísta) Emerson: “O homem é apenas metade de si mesmo; a outra metade é a sua expressão”. Sendo assim, aprimorar a nossa expressão oral é algo essencial e necessário.
Recursos característicos da exposição oral como: gestos do corpo, dos braços, das mãos, da fisionomia e altura da voz devem ser treinados e, se usados adequadamente, podem nos proporcionar confiança. Adquirindo confiança, consequentemente, desenvolvemos a habilidade de nos expressar em público, inclusive através da fala. E é falando que se adquire segurança para bem falar. Nesse caso, algumas dicas simples podem nos favorecer. Vejamos algumas:
· Exercite a leitura de textos em voz alta, além de se informar você melhora a pronuncia das palavras, adquire fluência e segurança;
· Aproveite as situações em que você possa se expor falando. São ótimas dicas para isso: a sala de aula, fazendo perguntas, dando opinião sobre o assunto abordado e as rodas de bate-papo com amigos participando das conversas, procurando se soltar;
· No momento em que estiver falando, mentalize que o seu público é importante, mas você é mais e que as pessoas gostam de lhe ouvir;
· Prepare-se para falar em público, informe-se sobre o que pretende dizer. Estar bem informado sobre o assunto ajuda a diminuir a ansiedade e aumenta a confiança;
· Treine o que pretende falar porque, para se sentir confiante, toda atividade exige prática e experiência;
· Use uma linguagem clara, nada de palavras rebuscadas. Lembre-se, o objetivo de quem fala em público é comunicar de maneira segura, aquilo que treinou para dizer;
· Caso ocorra um “branco”, sorria e brinque com o público usando a seguinte frase dita pelo especialista no assunto Yuri Morejón: “temos muitas idéias a dizer, mas uma só boca”. No entanto, para evitar o famoso “branco” prepare fichas com as idéias principais.
Concluindo, vale mencionar o que diz Gottesmam e Mauro no livro Técnicas para falar em público: “o que caracteriza os bons oradores não é tanto que não sofram tremores, mas que não deixem que eles os afetem.” Portanto, procure controlar o medo de falar e demonstre todo seu potencial pessoal e profissional.
Mestre em Letras
Licenciada em Letras
Bacharel em Jornalismo
Professora do Centro de Ensino Superior Santa Cruz (CESAC)
Disciplinas: Língua Portuguesa, Metodologia do Trabalho Acadêmico, Metodologia do Trabalho Científico, Oficinas de Leitura e Escrita I e II, Oficina de Arte e Literatura, Literatura Infanto-Juvenil, Oficina de Leitura, Interpretação e Produção de Textos.
segunda-feira, 26 de julho de 2010
segunda-feira, 12 de julho de 2010
Artigo - Mês de Julho
A INFLUÊNCIA DO AMBIENTE FÍSICO NA PRODUTIVIDADE E QUALIDADE DO TRABALHO
O ambiente de trabalho exerce grande influencia no desempenho dos funcionários. Muitas vezes esperamos que o funcionário dê o “máximo” no momento de desenvolver suas atividades profissionais e nos perguntamos por que muitas vezes isto não acontece, pois a empresa necessita obter maior produtividade e, ao mesmo tempo, a qualidade adequada dos produtos e serviços prestados.
Um dos fatores que pode estar limitando a obtenção de uma elevada produtividade, bem como pode estar provocando reclamações e produtos defeituosos e acidentes de trabalho é o ambiente organizacional. Este quando mal projetado pode promover efeitos negativos sobre o bem-estar do funcionário e sobre o seu desempenho no trabalho.
Mendel et. al. (2004) apontam os principais elementos que podem prejudicar a saúde e o desempenho das pessoas, são eles:
- A baixa iluminação produz danos à saúde do trabalhador sempre que impõe cargas inadequadas de esforço sobre o seu sistema óptico – promovendo fadiga visual, a qual pode se manifestar através: da sensação de cansaço nos olhos, irritabilidade, vermelhidão e ainda fazer com que o mesmo adote posturas inadequadas, na busca por uma situação de maior conforto visual, promovendo com isto outros problemas de saúde, como: dores e enfermidades na coluna vertebral. Estando com dores, notadamente, o seu desempenho é afetado negativamente;
- A presença de ruído prejudica a saúde física e psicológica do trabalhador. O ruído inadequado pode promover danos à saúde do trabalhador, tais como: lesões no aparelho auditivo; fadiga auditiva e, ainda, promover o stress. O trabalhador que é constantemente submetido a um ruído, dificilmente, conseguirá prestar um serviço excelente e terá maiores riscos de acidente no trabalho;
- A presença de calor pode comprometer, de forma intensa, o desempenho do colaborador, já que o mesmo só alcança o máximo de sua capacidade física e intelectual em um ambiente térmico que o fizer sentir uma sensação de conforto;
- O tamanho do ambiente físico e mobiliário quando adequados para o número de pessoas que trabalham no mesmo ambiente, promovem uma sensação de bem-estar.
Portanto, o ambiente de trabalho, quando mal projetado, pode trazer danos à saúde do trabalhador e prejudicar o seu desempenho, a comunicação entre as pessoas e, consequentemente, incidir negativamente sobre a produtividade e a qualidade dos produtos e serviços prestados.
Deste modo, ao planejar ou replanejar o ambiente de trabalho é necessário verificar se existem espaços físicos e mobiliário adequados para o número de pessoas que nele trabalham. A otimização do espaço físico pode ser obtida mediante a redução de móveis e utensílios, ou ainda, os móveis podem ser projetados de acordo com o espaço físico e tipo de empresa.
Adicionalmente, deve-se eliminar a presença de ruídos e de calor, proporcionando ainda uma boa iluminação e ventilação. Estas são condições básicas para a busca de uma elevada produtividade e qualidade adequada; como também, são requisitos legais para a operacionalização das empresas.
Referência: Mendel, N.; Oliveira, L. R. e Mendel, P. R. Diagnóstico sobre inovação organizacional em empresa de telecomunicações. In: XXVIII Encontro Nacional dos Programas de Pós-graduação em Administração (EnANPAD) Anais eletrônicos... Curitiba: ANPAD, 2004. 1 CD.
Mestre Engenharia da Produção pela Universidade Federal da Paraíba (UFPB)
Especialista em Gestão Empresarial pela Universidade Estadual da Paraíba (UEPB).
Área de concentração: Administração de Recursos Humanos
Bacharel em Ciências Econômicas
Bacharel em Administração
Professora do Centro de Ensino Superior Santa Cruz (CESAC)
Disciplinas: Administração de Recursos Materiais e Patrimoniais, Tópicos Especiais em Administração (Comportamento organizacional) e Gestão Ambiental.
sábado, 5 de junho de 2010
SUCESSO - SEMANA DO MEIO AMBIENTE
No período de 01 a 05 de junho, alunos dos três cursos do CESAC (Administração, Pedagogia e Técnico em Enfermagem) prepararam e distribuíram aproximadamente 50.000 sementes na cidade. Além disso, foram realizadas aulas temáticas durante toda a semana na faculdade e distribuídas mudas para a comunidade local.
sexta-feira, 4 de junho de 2010
Artigo - Mês de Junho
Gerenciamento de Riscos
Preparar-se para lidar com as ameaças tem se tornado um desafio para muitas empresas que apenas buscam identificar as oportunidades do mercado. Todavia, o processo de planejamento engloba o gerenciamento de riscos, muitas vezes negligenciado pelos gestores.
O risco é um evento incerto que poderá provocar efeitos positivos ou negativos para a empresa. Entretanto, trataremos neste artigo sobre os efeitos negativos, cujos impactos poderão ser percebidos nos prazos, nos custos, nos objetivos da empresa e na qualidade de seus produtos e serviços. Os riscos podem ser:
a Conhecidos – os quais podem ser identificados, analisados e gerenciados de forma pró-ativa;
a Desconhecidos – que não são identificados e analisados previamente, podendo ser gerenciados por contingências (reservas).
Ao planejarmos o gerenciamento dos riscos devemos:
a Prevenir – eliminar a ameaça;
a Mitigar – reduzir a probabilidade e/ou impacto;
a Transferir – tornar outros responsáveis pelos riscos através de seguros, fianças, terceirização, etc.
Portanto, ao lançar um novo produto, empreender um novo negócio, lembre-se de:
a Criar uma lista dos riscos associados ao novo produto/empreendimento;
a Determinar a probabilidade de o risco acontecer (baixo, médio, alto);
a Determinar o impacto que o risco representa para o novo produto ou empreendimento (baixo, médio, alto);
a Determinar qual será sua resposta (prevenir, mitigar ou transferir);
a Descrever como você irá prevenir, mitigar ou transferir;
a Analisar se sua resposta necessitará de investimentos adicionais;
a E por fim, analisar se o risco aumenta ou diminui com o tempo.
Não devemos esquecer que ao transferir o risco, você não o elimina, apenas torna outro agente co-responsável.
Augusto Ferreira Ramos Filho
MBA em Gestão de Projetos
Certificado PMP (Project Management Professional) pelo Project Management Institute
Bacharel em Comércio Exterior
Professor do Centro de Ensino Superior Santa Cruz (CESAC)
Disciplinas: Gestão da Qualidade, Teoria da Decisão e Organização, Sistemas e Métodos
quinta-feira, 27 de maio de 2010
Futuros Administradores do CESAC prestigiam palestra sobre TRÂNSITO MUNICIPAL
Palestra realizada no dia 27 de maio para aproximadamente 70 alunos do Curso de Administração. Tal atividade teve como objetivo chamar atenção para questões importantes do trânsito: responsabilidade do pedestre, campanhas de conscientização realizadas na cidade e a municipalização do trânsito.
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